Obstrução de artérias pulmonares por trombos, geralmente oriundos de TVP de MMII. Espectro de assintomático a instabilidade hemodinâmica.
Infecção do endocárdio/valvas cardíacas. Pode ser aguda (S. aureus) ou subaguda (estreptococos).
Destruição permanente de alvéolos com hiperinsuflação. Tipo enfisematoso da DPOC.
Cefaleia primária recorrente, caracterizada por crises de dor pulsátil, geralmente unilateral, de intensidade moderada a grave, associada a náuseas, fotofobia e fonofobia. Pode ser precedida por aura.
Subtipo raro de enxaqueca com aura caracterizado por fraqueza motora (hemiparesia) durante a aura, que pode durar minutos a dias.
Tendinopatia de inserção dos extensores do punho no epicôndilo lateral. Causa comum de dor no cotovelo.
Doença cerebral caracterizada por predisposição persistente a gerar crises epilépticas e pelas consequências neurobiológicas, cognitivas, psicológicas e sociais. Diagnóstico: ≥2 crises não provocadas com intervalo >24h, ou 1 crise + risco de recorrência >60%.
Epilepsia caracterizada por crises que se originam em uma região focal do córtex cerebral, podendo permanecer focais ou generalizar secundariamente.
Epilepsia caracterizada por crises que se originam simultaneamente em ambos os hemisférios cerebrais, sem início focal.
Infestação cutânea pelo ácaro Sarcoptes scabiei. Transmissão por contato direto prolongado.
Doença neurodegenerativa fatal caracterizada por degeneração progressiva dos neurônios motores superiores e inferiores, resultando em fraqueza muscular progressiva, atrofia e eventualmente paralisia respiratória.
Doença desmielinizante do SNC. Lesões disseminadas no tempo e espaço.
Espondiloartrite seronegativa. Inflamação crônica da coluna e sacroilíacas. Mais comum em homens jovens.
Doença parasitária causada pelo Schistosoma mansoni, transmitida por caramujos do gênero Biomphalaria. Forma aguda raramente diagnosticada; forma crônica hepatoesplênica pode causar hipertensão portal.
Doença mental com sintomas positivos (alucinações, delírios) e negativos (abulia, embotamento afetivo).
Atividade epiléptica contínua por >5 minutos ou crises recorrentes sem recuperação da consciência entre elas. Emergência neurológica com risco de dano cerebral permanente e morte se não tratada rapidamente.
Obstrução à ejeção do VE pela valva aórtica. Degenerativa (calcificada) é a causa mais comum em idosos. Bicúspide em jovens.
Inflamação da faringe. Maioria viral (70-90%). Estreptocócica (GABHS) em 15-30% das crianças, 5-15% dos adultos.
Faringite causada por Streptococcus pyogenes (grupo A). Mais comum em crianças 5-15 anos. Pode complicar com febre reumática.
Inflamação da faringe e amígdalas. Viral (maioria) vs. bacteriana (Streptococcus pyogenes - 15-30%). Pico: 5-15 anos.
Degeneração da fáscia plantar na inserção no calcâneo. Causa mais comum de dor no calcanhar. Pico: 40-60 anos.
Doença viral aguda causada por flavivírus, transmitida por mosquitos Haemagogus/Sabethes (silvestre) ou Aedes aegypti (urbana). Pode evoluir para forma grave com icterícia, hemorragias e falência de múltiplos órgãos.
Arritmia supraventricular caracterizada por ativação atrial desorganizada, irregular e rápida, com perda da contração atrial efetiva. É a arritmia sustentada mais comum.
Arritmia cardíaca mais comum, caracterizada por ativação elétrica atrial desorganizada com consequente contração atrial ineficaz. Aumenta risco de AVC em 5x.
Síndrome de dor crônica generalizada. Pontos dolorosos à palpação. Fadiga, distúrbios do sono.