Aumento benigno da próstata devido à hiperplasia do estroma e epitélio glandular, causando sintomas do trato urinário inferior (STUI) obstrutivos e irritativos. Condição quase universal em homens idosos.
Aumento benigno da próstata causando LUTS (sintomas do trato urinário inferior). Afeta 50% dos homens >50 anos.
Elevação da prolactina sérica. Causas: prolactinoma, medicamentos (antipsicóticos, metoclopramida), hipotireoidismo, gestação.
Condição clínica multifatorial caracterizada por elevação sustentada dos níveis pressóricos ≥140/90 mmHg. É o principal fator de risco modificável para doenças cardiovasculares, cerebrovasculares e renais.
Pressão arterial pulmonar média ≥25 mmHg em repouso. Classificação: Grupo 1 (HAP), 2 (cardiopatia esquerda), 3 (pulmonar), 4 (CTEPH), 5 (multifatorial).
Excesso de hormônios tireoidianos. Doença de Graves (autoimune) é causa mais comum (70-80%).
TSH suprimido com T4 e T3 livres normais. Pode ser endógeno (Graves, nódulo tóxico) ou exógeno (excesso de levotiroxina).
Ácido úrico sérico elevado (>7 mg/dL em homens, >6 mg/dL em mulheres) sem história de gota ou nefrolitíase por urato.
Síndrome clínica de deficiência de testosterona com sintomas e sinais característicos. Prevalência aumenta com idade.
Queda da PAS ≥20mmHg ou PAD ≥10mmHg ao ortostatismo. Prevalência 20-30% em >65 anos. Causa importante de quedas.
Deficiência de hormônios tireoidianos. Primário (tireoidite de Hashimoto, pós-cirúrgico) mais comum que secundário.
Deficiência de hormônio tireoidiano desde o nascimento. Detectado no teste do pezinho. Tratamento precoce essencial.
TSH elevado com T4 livre normal. Prevalência 4-10% em adultos, maior em mulheres e idosos. Progressão para hipotireoidismo manifesto ~2-5%/ano.
Infecção cutânea superficial bacteriana. Causas: S. aureus, S. pyogenes. Lesões: vesículas/pústulas que evoluem para crostas melicéricas.
Perda involuntária de urina associada a urgência miccional. Causa: contrações involuntárias do detrusor (bexiga hiperativa).
Perda involuntária de urina causando impacto social ou higiênico. 30-50% dos idosos na comunidade.
Infecção viral autolimitada das vias aéreas superiores (nariz, faringe, laringe). Principal causa de consultas na APS. Duração típica de 7-10 dias.
Infecção bacteriana do trato urinário, classificada como cistite (baixa) ou pielonefrite (alta). E. coli é o agente em 80-90% dos casos não complicados.
Infecção bacteriana do trato urinário, mais comumente cistite (infecção baixa) em mulheres. ITU não complicada ocorre em mulheres saudáveis, não grávidas, com anatomia urinária normal.
Dificuldade de iniciar/manter sono ou despertar precoce, com prejuízo diurno. Crônica se ≥3x/semana por ≥3 meses.
Deficiência de produção de cortisol (primária) ou ACTH (secundária). Primária: destruição adrenal. Secundária: supressão por corticoides exógenos é causa comum.
Síndrome clínica caracterizada pela incapacidade do coração de bombear sangue suficiente para atender às necessidades metabólicas dos tecidos, ou fazê-lo apenas com pressões de enchimento elevadas.
Síndrome clínica resultante de anormalidades cardíacas estruturais e/ou funcionais que resultam em redução do débito cardíaco e/ou elevação das pressões de enchimento.
Refluxo de sangue do VE para AE durante sístole. Primária (valvar) ou secundária (funcional por dilatação do VE).
Exposição a substâncias tóxicas (medicamentos, drogas, produtos químicos, plantas, animais peçonhentos) resultando em manifestações clínicas potencialmente graves. Requer identificação do agente e tratamento específico.