Deficiência de cobalamina causando anemia megaloblástica e manifestações neurológicas. Comum em idosos, vegetarianos e uso crônico de metformina/IBP.
Níveis insuficientes de 25(OH)D associados a comprometimento ósseo e possíveis efeitos extraesqueléticos. Prevalência >50% em algumas populações.
Síndrome neuropsiquiátrica aguda com alteração de atenção e consciência de curso flutuante. 10-30% dos idosos hospitalizados.
Síndrome de declínio cognitivo progressivo com prejuízo funcional. Alzheimer é a causa mais comum (60-70%). Prevalência dobra a cada 5 anos após 65.
Demência por lesões vasculares cerebrais. Pode ser isquêmica ou hemorrágica. Degradação cognitiva multifocal.
Arbovirose causada pelo vírus dengue (DENV 1-4), transmitida pelo Aedes aegypti. Espectro clínico amplo: febre indiferenciada a dengue grave com choque e hemorragia. Brasil é hiperendêmico.
Principal causa evitável de morte. 1 bilhão de fumantes no mundo. Cessação reduz mortalidade em qualquer idade.
Transtorno depressivo maior no idoso, muitas vezes subdiagnosticado. Pode apresentar-se com queixas somáticas e "pseudodemência".
Dermatite crônica recorrente. Prurido intenso, lesões eczematosas. Comumente associada a asma e rinite alérgica.
Dermatose inflamatória crônica pruriginosa. Início geralmente <5 anos. Faz parte da marcha atópica (dermatite → rinite → asma).
Erupção cutânea causada por contato direto com irritante ou alérgeno. Irritativa (80%) vs alérgica (20%).
Dermatite crônica recidivante. Áreas seborreicas: couro cabeludo, face, tórax. Escamas amareladas e oleosas.
Doença autoimune crônica onde o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. Requer insulinoterapia desde o diagnóstico.
Doença metabólica caracterizada por hiperglicemia crônica resultante de defeitos na secreção e/ou ação da insulina. Representa 90-95% dos casos de diabetes e está fortemente associada à obesidade e sedentarismo.
Alteração do metabolismo lipídico com elevação de LDL-c, triglicérides e/ou redução de HDL-c. Principal fator de risco modificável para DCV aterosclerótica.
Aterosclerose das artérias coronárias com redução do fluxo sanguíneo miocárdico. Manifesta-se como angina estável (dor torácica aos esforços, aliviada com repouso ou nitrato).
Obstrução aterosclerótica das artérias coronárias levando a isquemia miocárdica durante esforço ou estresse. Caracteriza-se por angina típica previsível, estável em frequência e intensidade.
Aterosclerose de artérias periféricas (especialmente MMII) causando isquemia. ITB <0,9 é diagnóstico. Marcador de doença aterosclerótica sistêmica.
Doença parasitária causada pelo Trypanosoma cruzi, transmitida principalmente pelo triatomíneo ("barbeiro"). Fase aguda frequentemente assintomática; fase crônica com cardiopatia e/ou megaesôfago/megacólon.
Hipertireoidismo autoimune. Anticorpos anti-TSHR. Associada a oftalmopatia e bócio difuso.
Doença neurodegenerativa autossômica dominante caracterizada por coreia (movimentos involuntários), deterioração cognitiva e distúrbios psiquiátricos, causada por expansão de repetições CAG no gene HTT.
Doença neurodegenerativa. Perda de neurônios dopaminérgicos da substantia nigra. Tremor, rigidez, bradicinesia.
Doença respiratória crônica prevenível e tratável, caracterizada por limitação persistente ao fluxo aéreo, geralmente progressiva e associada a resposta inflamatória crônica das vias aéreas e pulmões a partículas ou gases nocivos.
Doença prevenível e tratável caracterizada por limitação persistente ao fluxo aéreo, geralmente progressiva, associada a resposta inflamatória aumentada nas vias aéreas a partículas ou gases nocivos (principalmente tabagismo).
Acúmulo abrupto de líquido no interstício e alvéolos pulmonares por aumento da pressão capilar pulmonar (cardiogênico) ou aumento da permeabilidade (não cardiogênico). Emergência com insuficiência respiratória aguda.