Taquiarritmia atrial com circuito de macrorreentrada. ECG típico: ondas F em dentes de serra, FC atrial ~300 bpm, condução AV geralmente 2:1 (FC ~150 bpm).
Transtorno de ansiedade caracterizado por medo ou ansiedade marcante em situações sociais onde o indivíduo está exposto à possível avaliação por outros.
Inflamação do trato gastrointestinal causada por vírus (rotavírus, norovírus), bactérias ou parasitas. Duração <2 semanas.
Infecção viral do trato gastrointestinal. Causas: rotavírus, norovírus, adenovírus. Sintomas: diarreia, vômitos, náusea, dor abdominal.
Artrite inflamatória por depósito de cristais de urato monossódico. Ácido úrico >7mg/dL. Mais comum em homens.
Doença infecciosa crônica causada pelo Mycobacterium leprae, afetando pele e nervos periféricos. Classificada em paucibacilar (PB) ou multibacilar (MB) para fins de tratamento.
Infecção pelo HAV. Transmissão fecal-oral. Geralmente autolimitada, raramente fulminante.
Infecção pelo HBV. Pode ser aguda ou crônica. Transmissão parenteral, sexual ou vertical.
Infecção pelo vírus da hepatite E (HEV). Transmissão fecal-oral. Pode ser grave na gravidez.
Infecção viral recorrente por HSV-1 (labial) ou HSV-2 (genital). Latência em gânglios nervosos com reativações.
Reativação do vírus varicela-zóster latente em gânglios. Risco aumenta com idade e imunossupressão.
Aumento de PTH. Geralmente por adenoma. Causa hipercalcemia e complicações ósseas/renais.
Elevação da prolactina sérica. Causas: prolactinoma, medicamentos (antipsicóticos, metoclopramida), hipotireoidismo, gestação.
Condição clínica multifatorial caracterizada por elevação sustentada dos níveis pressóricos ≥140/90 mmHg. É o principal fator de risco modificável para doenças cardiovasculares, cerebrovasculares e renais.
Pressão arterial pulmonar média ≥25 mmHg em repouso. Classificação: Grupo 1 (HAP), 2 (cardiopatia esquerda), 3 (pulmonar), 4 (CTEPH), 5 (multifatorial).
Excesso de hormônios tireoidianos. Doença de Graves (autoimune) é causa mais comum (70-80%).
TSH suprimido com T4 e T3 livres normais. Pode ser endógeno (Graves, nódulo tóxico) ou exógeno (excesso de levotiroxina).
Ácido úrico sérico elevado (>7 mg/dL em homens, >6 mg/dL em mulheres) sem história de gota ou nefrolitíase por urato.
Síndrome clínica de deficiência de testosterona com sintomas e sinais característicos. Prevalência aumenta com idade.
Queda da PAS ≥20mmHg ou PAD ≥10mmHg ao ortostatismo. Prevalência 20-30% em >65 anos. Causa importante de quedas.
Deficiência de hormônios tireoidianos. Primário (tireoidite de Hashimoto, pós-cirúrgico) mais comum que secundário.
TSH elevado com T4 livre normal. Prevalência 4-10% em adultos, maior em mulheres e idosos. Progressão para hipotireoidismo manifesto ~2-5%/ano.
Infecção cutânea superficial bacteriana. Causas: S. aureus, S. pyogenes. Lesões: vesículas/pústulas que evoluem para crostas melicéricas.
Infecção viral autolimitada das vias aéreas superiores (nariz, faringe, laringe). Principal causa de consultas na APS. Duração típica de 7-10 dias.
Infecção bacteriana do trato urinário, classificada como cistite (baixa) ou pielonefrite (alta). E. coli é o agente em 80-90% dos casos não complicados.